Resenha: O Que Resta de Mim - Flor de Liz (Série Flores #1) - Thays M. de Lima

14 março 2017




Edição: 1
Editora: Amazon
ISBN: B000000011
Ano: 2016
Páginas: 423
Sinopse:Com a intenção de superar seus traumas, Gabriela deixou São Paulo para tentar um recomeço no Rio de Janeiro. Seu objetivo era apenas iniciar seus estudos em uma das maiores universidades da cidade e tocar sua vida de alguma forma.
Guilherme é avesso a compromissos, mas nem sempre foi assim. Aos 12 anos ele fora tirado da vida que conhecia deixando para trás uma promessa não cumprida.
Enquanto Gabriela quer ficar longe de encrenca, Guilherme é a definição de encrenca.
Contudo, ele é único que consegue enxergar através de seus olhos. E isso a aterroriza, porque ela pensou ter deixado seu passado para trás, mas na verdade ele estava bem à sua frente.
Quando o amor e um passado repleto de feridas andam juntos resta apenas uma escolha...

Oi gente, tudo bem? Hoje eu estou aqui para trazer a resenha de um livro nacional que eu li semana passada numa das minhas ultimas aventuras pelo mundo do Kindle Unlimited, estou curtindo bastante ler no Kindle, mas ainda assim prefiro os físicos. Enfim, voltando ao assunto, O Que Resta de Mim é o romance de estréia da Thays M. de Lima, que também é blogueira. Eu vi algumas pessoas comentando sobre a obra, li várias avaliações positivas e fiquei curiosa, mas infelizmente eu não curti a leitura, algo que me fez até mesmo pensar em não publicar a resenha, mas que blogueira de bosta eu seria se só trouxesse pra cá opiniões positivas, não é? 
Então, vamos lá sigam-me os bons.

Eu vou tentar deixar bem claro aqui o que eu não curti na leitura, por isso é provável que em alguma altura da resenha hajam spoilers, mas eu vou deixar eles marcados pra quem quiser poder pular. 

A Narrativa começa no passado, é feita em primeira, pessoa pela própria Gabriela aos 9 anos e nos conta sobre a vida dela nessa parte da infância, nos fala do seu melhor amigo, Guilherme (um garoto de 12 anos que mora na casa ao lado), do relacionamento familiar e principalmente, relata os abusos que ela sofre do pai e que a levam a tomar uma atitude para parar com aquilo.
Na sequência a perspectiva da narração muda e nos dá o ponto de vista de Guilherme na mesma época, porém estamos dentro de um sonho quando ele acorda percebemos que já se passaram 9 anos desde então. Agora ele vive no Rio de Janeiro e hospeda em sua casa sua irmã mais nova, que passou recentemente por alguns problemas e preferiu ficar com ele ao invés de com a mãe.
Somos apresentados também a versão adulta de Gabriela, que está de mudança, abandonando a sua vida em São Bernardo do Campo e partindo para o Rio de Janeiro onde conseguiu ingressar na Universidade Federal, mas a mudança não a incomoda tanto, pois após os fatos da infância a sua convivência com a mãe mudou drasticamente. Sendo assim as únicas pessoas que ela sofre por deixar pra trás são Milena e Ninha, sua mãe, que foram as pessoas mais próximas a ela desde que tudo aconteceu. 
Tudo o que Gabriela espera com essa mudança é que de uma vez por todas ela consiga deixar os sentimentos do passado para trás e seguir em frente, mas ela nem imagina é que esse passado está prestes a se tornar mais presente do que nunca. 

A escrita da Thays é legal, a narrativa dela é fluída e faz com que a leitura transcorra relativamente rápido, algo bom já que o livro tem 423 páginas (segundo o Skoob). A premissa da obra é boa, apesar de não ser muito original e ter muitos elementos que me lembraram Um Caso Perdido da Colleen Hoover, mas faltou receber uma melhor lapidação. Existem muitas cenas desnecessárias, e um excesso absurdo de reviravoltas na história que acaba tornando tudo muito confuso e cansativo, mas esse ainda não foi o ponto que mais me incomodou e sim o excesso de incoerência na construção psicológica dos personagens e do excesso de machismo arraigado na obra. 

A Thays se valeu de algumas referências dentro da obra que acabaram derrubando a sua linha do tempo, há referências no início do livro que colocam a parte em que os personagens são crianças em 2011 e na parte em que a história realmente se desenvolve as referências apontam para 2016, só que na trama entre uma parte e outra se passa cerca de 9 anos, o que colocaria a trama em 2020. Esse é um erro relativamente bobo, mas que não deveria passar por um copidesque.

Além desses fatores a parte erótica da obra não me agradou. O protagonista todas as vezes que via a mocinha ficava de pau duro, mesmo em situações nem um pouco sexuais. E ainda depois quando eles começam a manter um relacionamento as descrições da Gabriela durante o ato sexual não condizem com a realidade do ato em si.

                                                              ÁREA DE SPOILER                                                              


Logo no inicio do livro a narração é confusa porque em algumas em sua maior parte ela é bastante complexa e não condiz com a idade da Gabriela. A mesma coisa acontece com a narração do Guilherme, mas como a dele acontece num sonho, dá pra aceitar.
O fato da menina abusada que se mostra tão inocente ao ponto de acreditar que um monstro toma conta do corpo do pai quando ele abusa dela, desenvolver um plano de defesa e conseguir atacar um homem adulto (ainda que bêbado) para MATAR, é bastante questionável. 
A própria personagem coloca depois que ficou conhecida na região em que morava, e tinha medo de que na Universidade as pessoas a reconhecessem, porque o seu caso repercutiu e saiu até na TV. Algo que pra mim não bateu, porque eu sei que em casos de violência envolvendo menores, a imagem da criança tem de ser preservada, está no ECA.

Passando para a parte o tempo real da história conhecemos personagens adultos, pois a Gabriela tem 18 anos e o Guilherme 22, mas com comportamentos extremamente infantis.
A personalidade da Gabriela não se define, em alguns momentos ela é traumatizada e tem medo dos homens, o que é compreensível devido ao que ela passou, mas no momento seguinte ela se transforma no retrato de uma garota com hormônios à flor da pele. 

"Ele começa a rir descontroladamente e percebo suas covinhas. Meu Deus, como eu queria lambe-las, não me reconheço."

Veja bem, não estou dizendo que a personagem não pudesse se livrar dos seus traumas, estou dizendo que isso deveria acontecer de maneira gradual e não ela ficar mudando de comportamento (e pensamentos) como se tivesse dupla personalidade. Isso fez com que ela não me convencesse, pois parecia que em alguns momentos ela estava fazendo drama, já que em outras situações "piores" que poderiam ser gatilhos para o seu trauma, ela não havia reagido daquela forma.

Já o Guilherme é um mocinho extremamente abusivo, e que não sabe o que significa um não. No início do livro ele se mostra um típico galinha machista, que junto aos seus amigos que vê a praia como um Buffet de mulheres para eles se fartarem, dono de tiradas como:

"Sua voz é fina e nasalada. Acho que a prefiro de boca fechada, de preferência sobre o meu pau."
Se isso não fosse suficiente pra me fazer não cair suspirando pelo personagem, ele simplesmente não consegue entender quando a Gabriela diz, não. Ele toma os nãos dela como desafio e acaba grudando, mas isso ai é algo que acontece bastante em romances, não é legal, mas acontece. Porém o que me fez desgostar completamente da história foi ele ter se masturbado as escondidas no banheiro do quarto da Gabriela, enquanto a espiava trocar de roupa. Isso mesmo o mocinho tocou punheta espionando a mocinha. E a justificativa que a cena deu pra isso foi que ela estava de roupas curtas. :/

Pra mim essa foi uma cena completamente absurda, abusiva, invasiva e desnecessária. Isso não é erótico, não é romântico e não é bonito. E isso simplesmente foi jogado na trama como se fosse algo trivial e completamente aceitável, porque a mocinha desconfia do que ele está fazendo e não se importa.

Pelo ponto de vista dela: "— Eu... hã... vou ao banheiro — diz e sai correndo em direção ao banheiro.
Que  porra foi essa? Pego rapidamente a roupa que separei ontem  para  viajar  e  a  visto enquanto Guilherme estava no banheiro. Depois  de  longos  dez minutos, ele  sai  do banheiro suando. Não quero nem imaginar como meu banheiro deve estar agora, mas preciso entrar nele para tomar um banho."


Pelo ponto de vista do mocinho tarado: "— Eu...hã... vou ao banheiro — Digo e saio correndo pra lá.
Não tranco a porta, não consigo pensar em nada, apenas naquela bunda apertada naquele short e  seus mamilos duros ao me ver. Seu cheiro pela manhã despertou meu lado predador: eu  queria empurrá-la contra a parede e fodê-la  até  que  ela não  se  aguentasse  em pé. Ouço uma movimentação dentro do quarto e olho pela frestinha da porta. Vejo que ela está nua.
PUTA MERDA, ESTOU FODIDO!
Agora mesmo que minha ereção não vai descer, foda-se. Abro meu zíper e começo a me aliviar. Pareço um adolescente que nunca transou - nessas últimas semanas me masturbei mais do que quando tinha  13 anos. "
 Além disso pra completar mais ainda a história, temos ao longo da narrativa várias piadinhas homofóbicas por parte do guilherme e dos seus amigos, além de existirem vários outros pontos passíveis à problematizações.

                                                      FIM DA ÁREA DE SPOILER                                                         

Pra finalizar a obra a autora se valeu de um novo plot twist, que eu não vou contar, mas que definitivamente não me convenceu e me soou com algo apelativo, bem novela mexicana.

Pelo que vocês perceberam eu não curti a leitura. Acho que a trama tinha tudo pra dar certo mais infelizmente, não deu. Acredito que faltou uma pesquisa mais profunda em alguns pontos, além de uma leitura mais crítica, afim de apontar esses erros para que eles fossem corrigidos antes da publicação. A Capa do livro é bonita e condiz com a história, mas a revisão também deixa a desejar.
A escrita da Thays é bastante dinâmica, flui muito bem, existem personagens muito legais na obra que conseguem cativar, eu me diverti enquanto lia, dei algumas gargalhadas, mas infelizmente a parte agradável da leitura não foi o suficiente para fazer com que a parte desagradável valesse a pena. 
Não sei se lerei os próximos livros da série, mas acredito que a autora tem potencial, pois é o seu primeiro livro e sua escrita a partir de agora só vai amadurecer.

Enfim, a resenha saiu imensa, porque praticamente foi dividida em sem spoiler e com spoiler. 
Então, espero ter conseguido passar bem o meu ponto de vista da obra, em momento algum minha intenção foi ofender ou desmerecer a autora, mas eu sempre prezo por sinceridade nas minhas resenhas e não agiria diferente. Recomendo que leiam a obra para que possam tirar suas próprias conclusões.


Podem deixar qualquer dúvida, opinião ou observação adicional nos comentários. Só não xingue a minha mãe porque a coitada tá doente.
Beijos e amanhã a resenha é por conta da Amanda.

17 comentários:

  1. Olá Kris, logo percebi a semelhança com o livro da Colleen Houver. Uma pena a trama ser tão incoerente, eu ficaria muito incomodada em todos os pontos citados na resenha, inclusive a parte da masturbação é nosense. Ela podia ter lapidado mais o livro sem usar formas apelativas na trama. Sua resenha está perfeita. Bjkas

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  2. Oi kris, que pena que vc não conseguiu gostar da obra.
    Achei bem interessante você dividir a resenha com spoilers, assim pode falar mais abertamente do que te atrapalhou.
    A cena do banheiro com certeza é ridícula, Pôr que por mais que os personagens sejam novos isso é assédio e horrível em uma historia de uma guria que sofreu abuso

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    1. Pois é eu senti que não poderia simplesmente soltar que não curti a leitura e não explicar porquê, então achei melhor dar essa explicação à parte. Mulher essa cena ai pra mim foi trash demais.

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  3. Mianoça siora, mas esse mocinho é mais nojento que muito vilão. Eu tive minivômitos de ler esse pedacinho de texto que você colocou, imagine o livro inteiro.
    Meus pêsames, Kris.

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    1. Pois é Mandy, eu achei essa parte absurda. Principalmente porque a guria já vem de um lar abusivo, isso não é um tipo de abuso também? Ela não se incomodaria? Se eu um dia cogitasse que um cara está no banheiro da minha casa se masturbando enquanto me espia, a vassoura ia cantar nas costas dele. aaah se ia.

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  4. Olá Kris, infelizmente esse livro precisa de uma revisora, copidesque, e retirar metade das coisas que acontecem nele, cada detalhe grotesco que passou despercebido que uma profissional em uma leitura simples teria lapidado ele muito bem. Parabém pela resenha e pela sinceridade, e que a autora use das suas observações pra evoluir no próximo livro e fazer uma segunda edição desse.
    Beijinhos :*

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  5. Kris!
    Pensava antigamente assim e não leva para o blog resenhas de livros que não tinha gostado, depois vi que nosso papel é esse mesmo, de poder analisar uma obra e dar nossa opinião sincera, porque além de podermos ajudar na melhora do autor, nossa opinião não é soberana e o que não gostamos, outras pessoas podem gostar, concorda?
    Fato é que aceito todas suas ressalvas e são muito válidas, o que não fez com que me interessasse em fazer a leitura, pelo menos no momento não.
    “Ouse saber!(Sapere aude)” (Immanuel Kant)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
    TOP Comentarista de MARÇO, livros + KIT DE PAPELARIA e 3 ganhadores, participem!

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  6. Menina eu sou dessas que abandono e com certeza eu não teria lido esse livro por completo pq olha misericórdia.
    odeio quando tem esses erros que dá pra resolver, mas a pessoa lança de qualquer jeito sem se dar ao trabalho de revisar diversas vezes pra ter certeza se é aquilo mesmo que ela quer.
    gostei da resenha e a parte do banheiro foi nojenta. coisa de tarado mesmo, cê é louco.

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  7. Oi kris.
    Adorei que escreveu com sinceridade.
    E te entendo, pelo que descreveu o livro é realmente bem incoerente, e não condiz coma idade dos personagens, isso é bem questionável.
    Achei a premissa clichê, e parando para pensar parece mesmo com o livro da Colleen, a cena do banheiro é realmente um absurdo, mas enfim não acho que esse seja um livro para mim.
    Bjs.

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  8. Achei bem bacana esse estilo de resenha. Deu pra entender muito bem como foi sua leitura. E gostei demais da sua sinceridade viu!
    E uma pena tantos pontos negativos no livro, me deixou bem desaminada :(
    Por ser uma obra nacional estava até curiosa, mas depois de ler tudo isso e ver a quantidade de erros, fiquei com um super pé atrás.
    Então não, não leria o livro! A autora tem que dar uma super revisada nisso tudo hein!
    Beijos,
    Caroline Garcia

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  9. Oi, Kris!
    Se eu já não tinha muito interesse na leitura, apesar da grande divulgação sobre o lançamento, agora é que não sinto nenhum resquício de vontade para fazer a leitura. Se new adult já não é um gênero que leio muito, com os detalhes citados por você, então, é que o livro vai passar longe da minha estante, infelizmente. Chato por ter sido justamente na estreia da autora e te entendo quando disse que quase não publicou a resenha por conta da opinião negativa, mas nós, blogueiras e blogueiros, estamos aqui para sermos sinceros, né? Sempre com educação e respeito, mas sinceros. Além de que, ainda que com os pontos positivos que você falou, esses sobre o teor erótico meio fora de controle, mocinho machista e esses trechos realmente desnecessários e até um pouco incômodos para mim, são uma questão bem complicada. Tenso, mas sinceridade acima de tudo, e por isso gostei de sua resenha. Parabéns por ela, e sucesso à autora mesmo assim, principalmente para continuar amadurecendo com o passar de suas obras.
    Beijos!

    ♥ Sâmmy ♥
    ♥ SammySacional.blogspot.com.br ♥
    ♥ DandoUmadeEscritora.blogspot.com.br ♥

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  10. Oi, tudo bem?
    Primeiramente, parabéns pela sinceridade na sua resenha. Acho que é exatamente assim que uma resenha deve ser, com opiniões sinceras sobre a leitura.
    Eu confesso que, de cara, a sinopse não me chamou a atenção. Não curti muito a capa e achei que enrendo não é exatamente o tipo de livro que eu gosto. Mas depois de ler sua resenha, principalmente a parte dos spoilers, tive certeza de que não leria. O livro parece ter exatamente o tipo de mocinho machista e babaca que eu não suporto, e o pior é que esses romances costumam romantizar esses personagens.
    Enfim, não me interessei nem um pouco pelo livro, mas adorei sua resenha!
    Beijos!

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  11. Tentei ler no Kindle, mas não rolou e os gatos quebraram o meu 
    Também li várias avaliações positiva sobre o livro, mas, como disse me todas as resenhas, não chamou minha atenção a ponto de eu comprar. Como não li a obra, não posso dialogar sobre os pontos que você apresenta como negativos, mas no geral, a ideia da lei de Talião em romance romântico erótico para mim não funciona muito. Eu gostei da franqueza de sua resenha.

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  12. Gostei da sua resenha, super diferente e dinâmica mas o livro realmente não é minha praia. Mas indicarei, pois tenho amigas fãs desse gênero.

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  13. Olá Kris, você está certíssima ao relatar que não curtiu o livro, é realmente muito bom você relatar esse seu ponto de vista, faz com que muitas pessoas não percam tempo lendo coisas desnecessárias. Estou sendo muito sincera ao escrever esse comentário e no meu ponto de vista achei o personagem meio escroto. Essa parte da masturbação totalmente desnecessária! Além de que odeio comentários homofóbicos mesmo que tenha vindo de um personagem fictício, até pq ao meu ver isso influencia.
    A resenha está grande mas nada cansativa, ótima resenha!
    Beijos e continue mostrando sua opinião!
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  14. Olá
    não é um livro que leria no momento mas parece ser legal para passar o tempo e quem curte o gênero está ai uma boa pedida haha parabéns pela resenha

    beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  15. Oiee
    Adorei a sua resenha. Qdo eu procuro uma referência sobre determinado livro, busco encontrar opiniões verdadeiras. Já cansei de ver resenhas que a pessoa dava 4 estrelas e não justificava o pq de tal avaliação. Qdo leio só encontro muitos elogios e fico sem entender o motivo do 4 e não 5.
    Então, ler a sua resenha em q se encontra uma justificativa plausível para o descontentamento para com o livro foi bem interessante. Mostra q ainda tem muita gente aqui na Blogosfera q ainda ressalva a sinceridade e não somente o interesse...
    Enfim, já tinha visto essa obra mas ainda não tinha lido nenhuma opinião sobre. Qdo vc coloca q lembra Um caso perdido já me deu uma ideia do q se trata.
    Eu, assim como vc, acredito que as opiniões podem ser diversas e sempre falo que, mesmo não gostando, as pessoas devem conhecer a história para tirarem suas próprias opiniões.
    Acredito que farei isso para saber se concordo ou não com vc.
    Mais uma vez, parabéns pela resenha.
    Bjo

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