Resenha: November 9 - Colleen Hoover

23 dezembro 2015

Sobre o livro (sinopse traduzida por mim mesma, então perdoem qualquer incoerência):
Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, um dia antes de uma viagem que tem marcada para o outro lado do país. A intensa atração entre os dois os leva a passarem juntos o último dia de Fallon em Los Angeles. e sua vida agitada se transforma na inspiração que Ben sempre procurou para escrever seu livro. Ao longo do tempo e em meio a vários relacionamentos e turbulências provocadas por suas vidas separadas, eles continuam se encontrando na mesma data, todos os anos. Até o dia em que Fallon começa a desconfiar se Ben havia lhe contado a verdade ou se fabricou uma realidade perfeita que suportasse uma última reviravolta na história. 

Resenha:


Gente, talvez não seja surpresa para ninguém (data a ausência de fotos originais para deixar o post bonitinho para vocês) que eu tenha mania de ler meus livros em formato digital. Acho que é mais barato, acessível e o acervo é imenso. O mais legal é que eu tenho contato com livros incríveis antes que eles venham parar em terras tupiniquins, e posso trazer novidades para vocês (ou chorar para que as editoras façam isso, no caso haha). November 9 é um destes livros e, apesar de ainda não ter ganhado uma tradução para o português, já há garantia de lançamento próximo pela Galera Record, então sosseguem o facho e venham comigo porque a história de Collen Hoover (como a maioria das coisas que ela escreve) me cativou e pode te deixar com um gostinho de ansiedade se você topar esperar. E aí? 

Bom, as circunstâncias que levam Ben e Fallon a se encontrarem são, no mínimo, muito estranhas; mas o que tinha tudo para ser um dia pesaroso para a garota sofre uma reviravolta e ela se descobre imensamente atraída pelo cara que a "salvou" de um momento desconfortável e a fez sentir bonita de novo. Porque Fallon, ex-atriz prodígio, já não se sente bonita desde que sobreviveu ao incêndio que lhe queimou parcialmente o corpo, deixando para trás cicatrizes que a fazem lembrar do dia em que perdeu tudo, menos a própria vida. 

O problema é que Fallon está de viagem marcada para Nova Iorque, onde deseja tentar se restabelecer como atriz apesar de sua aparência. E, por isso, ela e Ben chegam ao seguinte acordo: todos os anos, na mesma data, eles se encontrarão - para passarem tempo juntos, se conhecerem e, de quebra, para que Ben narre a história dos dois em um livro, cujo desfecho, ao fim de cinco anos, seria um mistério para ambos. 

Mas, Renata, não é exatamente isso que acontece em Um Dia, do David Nicholls?

Não, porque Ben e Fallon, ao longo de todo o ano que levaria ao encontro, não teriam qualquer tipo de contato: não se perseguiriam nas redes sociais, não se veriam ou trocariam telefonenas. Huh, meio masoquista essa resolução, quando a atração entre os dois é tão inegável, certo? 

Yes, certo. Eu não poderia concordar mais. Mas a premissa é exatamente essa: que eles tenham compartilhem um dia especial. E é o que tentam fazer, aos trancos e barrancos, até que Fallon descobre que Ben esteve escondendo dela uma informação crucial. Sobre a qual eu não posso falar porque você tem que ler o livro e sofrer como eu sofri, MUAHAHA <3 

Se eu gostei de November 9? Bom, considerando que eu o devorei com a fome de dez mendigos, posso dizer que sim. O mundo estava acontecendo à minha volta e a única coisa que eu queria fazer era estapear os dois por serem burros demais para ficarem juntos de uma vez só e acabar com aquela cena toda. O Ben, afinal, poderia escrever um livro sobre qualquer coisa, né? Yep, errei nisso aí também, porque quando as coisas se encaixam e você percebe que não existem coincidências para nenhum dos dois, a relação entre eles (e esse jeito meio insano de levar a vida separado de quem se gosta) começa quase a fazer sentido. 

Então o meu conselho é: caso queira ler November 9 e tenha um pouquinho de Renata em você (leia-se: não consiga parar uma vez que começa um livro com ~~mistérios ocultos~~), largue tudo e não marque nenhum compromisso, porque você vai querer chorar, vai sofrer, bater os pés e fazer birra, e vai se odiar se tiver que deixar de lado este livro antes de conhecer o desfecho. 

Voltem aqui para me contar o que acharam, bom ou ruim. Ficarei esperando! 
Beijocas


OBS: uma observaçãozinha básica de cunho pessoal, aqui, ok? Gente, eu tenho a MAIOR dificuldade de responder comentários no blog, porque estou quase sempre acessando pelo celular, e quem faz isso sabe que é uma caca (e eu ainda enxergo mal, pra ajudar). Então me perdoem se eu não pareço a resenhista mais simpática, mas estou lendo tudo e amo saber o que vocês acham sobre o que estou escrevendo aqui, tá? NÃO DEIXEM DE COMENTAR, POR FAVORZINHO! Eu amo vocês. <3


3 comentários:

  1. Oi Renata, tudo bem?
    Olha, descobri semana passada como são as histórias da Collen e adivinha, me apaixonei, o primeiro livro que eu li dela foi O Lado Feio do Amor ou Ugly Love (que eu simplesmente adorei).
    Estou louco para que chegue a tradução desse, porque a premissa me interessou bastante <3
    Beijão,

    Vinicius
    omeninoeolivro.blogspot.com

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  2. Renata mulher, adoro a escritada Colleen e tu conseguiu me deixar agoniada pra fazer uma leitura, as vezes acho que a editora deveria investir mais na diagramação dos livros dela, tenho os da série Um caso perdido e acho tão fraquinhas.
    Gostei da premissa desse também, mas achei essa capa original triste, não vou mentir, kkk beijo.

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  3. Renata mulher, adoro a escritada Colleen e tu conseguiu me deixar agoniada pra fazer uma leitura, as vezes acho que a editora deveria investir mais na diagramação dos livros dela, tenho os da série Um caso perdido e acho tão fraquinhas.
    Gostei da premissa desse também, mas achei essa capa original triste, não vou mentir, kkk beijo.

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