Sonata de lágrimas

03 setembro 2008


Quando os anjos eu era capaz de ver Eu era uma criança, existia em mim inocência Mais hoje sem nada compreender Finjo que não sinto esta carência. Exausta em pensamentos sem noção Estou buscando uma só verdade Que se ofusca em minha canção Feito um passaro divino em vaidade. Eu vago, eu corro, odeio e tenho amor Mais sobretudo duvido em nada sentir O que causa esta dor? O que faz de mim um ser sem sorrir? Há dias que posso ser furtiva em meus lamentos Outros, nem sequer posso enchergar O que deu asas a estes lamentos? Como posso a mim mesma negar? Saiba que há algo em mim Incapaz de se entender, a vida e a ignorancia insenssante Que busca um começo para meu fim E uma sonata que seja lírica o bastante... Que confusa minha mente O que posso dizer? Nada sei mesmo que queria lute e tente Como do passado sobreviver; como posso dele correr? Sem razões e sem sono para sonhar Sou resto esquecido na ilusão Nada para buscar, nem estrada para caminhar Somente uma triste obsessão. Priscila Satines

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